MARAMBAIA, region on the border of Jaú with Bariri and Itapuí in the center of the state of São Paulo. The place is a stop and destination for migrating the birds of the Pantanal. A complex of waters, where the streams Olhos D ‘água, Pouso Alegre and Ribeirão da Prata flow into the Jaú River which in turn flows into the Tietê River. A complex, not only by the tangle of fluvial waters, but by extensive swamps and floodplain areas that always form in the rainy season. This complex depends, after damming, on the regime of the sluices of the Bariri dam. As in recent years, we have had significant droughts, the Marambaia suffered, and suffers, with the low volume of water.
Nowadays, it is difficult to see typically Pantanal birds. Apart from this situation of seasonality of climate, we also have the occupation of the soil, fishing without criteria, water pollution and the absence of municipal and state protection for the place.
This region, due to its peculiar characteristics: river, streams, marshes, várzea areas, ciliary forest, hillside forest and so on, presents an extraordinary number of animal species. We recorded about 209 species of birds. Many reproduce, feed, sleep and are resident. A true sanctuary that should be protected, revered and cared for.
Marambaia deserves more study by academics. If these studies exist they should serve for protection, conservation, preservation, restoration of the site.

Location
https://www.google.com/maps/@-22.2004469,-48.6640184,8651m/data=!3m1!1e3?hl=en

__________________________________________________________________________________________

MARAMBAIA, região na divisa de Jaú com Bariri e Itapuí no centro do estado de São Paulo. O local é parada e destino para migração das aves do Pantanal. Um complexo de águas, onde os córregos Olhos D’ água, Pouso Alegre e Ribeirão da Prata desembocam no rio Jaú que por sua vez desemboca no rio Tietê. Um complexo, não somente pelo emaranhado das águas fluviais e sim por extensos brejos e pelas áreas de várzea que sempre se formam na época das chuvas. Este complexo depende, após o represamento, do regime das comportas da represa de Bariri. Como nos últimos anos, tivemos secas significativas, a Marambaia sofreu, e sofre, com o volume baixo de água.
Nos dias atuais, está difícil ver as aves tipicamente pantaneiras. Fora esta situação de sazonalidade de clima, temos ainda a ocupação do solo, a pesca sem critérios, a poluição das águas e a ausência de proteção municipal e estadual para o local.
Esta região, por suas características peculiares: rio, córregos, brejos, áreas de várzea, mata ciliar, mata de encosta e assim por diante, apresenta um número extraordinário de espécies animais. Registramos por volta de 185 espécies de aves. Muitas, se reproduzem, se alimentam, dormem e são residentes. Um verdadeiro santuário que deveria ser protegido, reverenciado e cuidado.
A Marambaia merece um estudo mais detido pelos acadêmicos. Se estes estudos existem devem servir para proteção, conservação, preservação, restauração do local.

Localização
https://www.google.com.br/maps/@-22.2004469,-48.6640184,8651m/data=!3m1!1e3?hl=pt-BR

Marambaia

Deixe uma resposta